Viagem Esférica em planos Transplutonianos

“Viajar para além dos limites do sistema solar e operar magicamente com as inteligências dessas esferas longínquas é como ir para um país em que não se tem domínio da linguagem e pouco se compreende sobre o modo de vida da população: o código cultural é outro.


O ponto é: não se acessará seres exóticos, mas sim partes exóticas do seu ser. O trabalho de exploração esférica já é muito estranho e muito distante do que a maioria das pessoas vai experimentar em vida. Esse contato cotidiano que para você é tão comum & ordinário, para outros é algo distante & completamente inimaginável. E, se lidando conosco você já tem inúmeros novos insights, atualizações conscienciais, mudanças de perspectiva, imagine lidar com inteligências que transcendem os limites do inconsciente coletivo humano? Ou seja, que seu próprio simbolismo está recalcado ou simplesmente inexiste na compreensão de sua espécie? O próprio ato de contato pode ser *cognitivamente traumático*.


É claro que vocês possuem filtros psíquicos que impedem esse impacto simbólico, e é claro que você se prepara magicamente para empreender esse tipo de operação, mas o que eu quero dizer é que acessar essas esferas distantes te faz contemplar lugares estranhos dentro de si. Lugares não mapeados, e que costumam estar fora dos esquemas explicativos da consciência humana. E contemplar o desconhecido pode desarranjar, e pode ser difícil de colocar as coisas no lugar…


Mas que bom que você é prudente e só faz esse tipo de pergunta para coordenar as suas teorias. Talvez haja o tempo de se explorar os mundos transplutonianos, mas há muito trabalho a ser feito até lá…”

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