sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rastros

Disse-me impulsiva. Quisera eu sê-lo.
E da forma como veio, sutil! Como uma frase que termina em reticências; um suspiro prolongado, de quem anseia & se permite ir além.
Há quanto fugiste de mim o deslumbro que faz-me eufórico neste instante?
Espontaneidade que se fora e retorna na composição! Indícios do contágio!
Se refaço meus últimos caminhos posso procurar os vestígios do sorriso que me deras, sem nem se dar conta!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Linhas que se sustentam

aos personagens da rotina, passantes & demais abdicados.


A arrogância da convicção:
Uma poesia de versos autônomos!
Para cada frase, um patrôno;
Para cada passante, imaginação!

Íntegro, mesmo em lacunas!
Pontes compostas num improviso
Na transposição surge o sorriso
Flexibilidade em cada coluna!

Mas convicção é ingenuidade
Toda obra se resume em esperança
O automatismo dos passos de dança
O despertar perdeu sua naturalidade.

O sentir aguarda a permissão do despertador
Em toque, ousado, da atenção: um rapto!
Palavras curtas, de grande impacto
Já não é mais rotina: tem amor.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Almaquista

Alma que está
Alma que está
Alma que está acordada
Alma que está acordada, aqui está.
Alma aqui, está acordada!
Almaquista!
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Do alquimista ao almaquista:
transmutação da alma.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Silêncio

O crente que mais converte é aquele que deixa transparecer a sua paz de espírito.