segunda-feira, 14 de maio de 2012

Con'templ'ação



O acesso restrito configura-se por uma questão de necessidade: há tanto para ser discutido à sós que o roubo da intimidade é um pecado.
A sincronia se dá por meio de um código mas, mais do que apenas garantir passagem, este pressupõe um alinhamento conceitual:

Portas abertas, ESCANCARADAS! A casa reluz & irradia caminhos.
Sobre tudo pode ser dito tudo, sobretudo, que é UNO.
Concepções conciliam-se no claro: o lar repousa, iluminado.
Adiante-se!


Uma moeda que lhe valeu mais do que sua inscrição! A discrição com que se porta é a discrição com a qual a porta: metida em segredos, no sigilo que ela encerra. E desdobra portas, por ser chave.
Perante as trilhas familiares a tranquilidade impera.
O horizonte ao alcance de tuas mãos: moedas!
O universo não se curva ao ouro, mas ao toque;
Perceber já é estar em contato.

Guarda-corpos que nos mantém acá: em comunhão. A livre transposição de véis & o abandono da inconveniência! O inoportuno também se mostra grato em sua ineficácia em interferir: todos servem ao ritmo.
Tens a ti, por ter-te aqui & ao mundo por ter-te aí.
Desfruta o prato que te é servido, pois só te é servida a tua vontade.
Vens & vais!
A casa abriga-nos em seu ventre e murmurra-nos constantemente:
“Alegro-me que tenham chegado!”
 
Saudar é saudável.
Já começou, que não termine nunca.

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