terça-feira, 6 de setembro de 2011

Fome

As palavras viriam?
Mas sinto que meu silêncio é perturbador; estou certo?
E, se quem calas consente, sôo incerto o suficiente para teres me decidido por mim?!

E as palavras vieram, realmente!
E que lhes dizem?!
Se já sou um enigma despretensioso, imaginas-me o intuito!

A compreensão só se faz ilegível por ser simplista.

E a liberdade fora mesmo podada!
Quisera eu vê-la crescer uniforme, mas não: desgarrada. Não rebelde como o CAOS, mas apenas intolerante. Crescera alheia e florescera apenas frutos de vidro!
Reluzentes, porém duros.

Ó! DISCÓRDIA!

mas a fome já me fora saciada...

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