Gravando a fogo
Eu fui numa dessas lojas grandes de coisas de casa comprar uns móveis para a sala nova. Ai eu tava passando na sessão de coisas de madeira esse disco me chamou a atenção. Pensei: "vou levar e depois eu encontro a finalidade certa", mas na hora que eu peguei ele já foi surgindo a ideia exata do que eu faria. Cheguei em casa, comecei a preparei disco e pensei: vou mexer com o pirografo. O ponto é: eu não tenho a menor experiência. Eu já devo ter feito uns 2 ou 3 trabalhos com a ferramenta, mas tudo muito simplezinho. O negócio de usar ferramentas novas e plataformas diferentes é que você vai sentindo e experimentando as texturas, as linhas, a coordenação e o ritmo... Eu logo me dei conta de que eu valorizo a profundidade da gravação, e isso torna o processo mais lento e desgasta mais o pirografo. Logo no segundo dia eu tive que comprar fio de níquel para repor a ponta que havia quebrado nas primeiras incursões. E ...