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Mostrando postagens de agosto, 2021
Conjuro situações para servirem de base de manifestação para experiências que eu gostaria de vivenciar e, através delas, aprimorar a minha personalidade tornando-a mais apta para expressar a minha Essência de forma fiel e autêntica. 

Sobre a Inteligência

No início do nosso relacionamento a Raquel me falou uma coisa que mudou a minha forma de me perceber. Ela me disse: “você é a pessoa mais inteligente com quem eu já me relacionei”. Eu não me achava inteligente. Eu me achava uma pessoa interessada. Sou alguém esforçado, determinado, com muita disciplina e alguma ambição. Mas eu não tinha claro o que era ser inteligente. Pra mim, inteligente era quem era reconhecido dentro de sua área de expertise. Pra mim, inteligente era quem publicava artigos e tinha renome, alguém aplaudido socialmente.  Percebe que a minha ideia de sucesso intelectual estava ligado à aprovação dos demais? Eu sempre entendi que a inteligência é uma virtude coletiva, que ela não se encerra na pessoa, você não pode se autorreferenciar, chamar a si mesmo de inteligente é de uma arrogância criminosa que dói no ouvido de quem escuta. Parece que é um adjetivo que você precisa receber dos outros, até porque é uma qualidade comparativa: inteligente em relação a quem? Ou ao q

Honre seus anfitriões

Honre seus anfitriões  É através dos convites que se recebe que se pavimenta o caminho do que se É no mundo. 

Quadrantes Proporcionais

Somos verdadeiros ignorantes acerca de nós mesmos.  Muitas vezes não reconhecemos nem mesmo as nossas necessidades.   Muitas vezes não sabemos nem que elas podem de fato ser necessidades.  E nos alijamos e reprimimos, diminuindo a importância desses fragmentos de Vontade, até que a nossa capacidade de nos expressarmos seja nula. Até que a nossa insatisfação seja gritante e não tenhamos qualquer potência para nos encararmos de forma sincera. E nisso nos definhamos.  Ignoramo-nos - e ignorância é sofrimento.  Através do autoconhecimento somos capazes de entender a nossa natureza pessoal e, a partir dela, nos colocar como centro de nossa própria existência. Tornar-nos sóis. Assumir nosso poder e a nossa potência. Estabelecer nossas próprias referências.  Esse exercício é uma proposta de tornar mais equânimes e proporcionais não só os quadrantes da nossa vida, mas também nossos esforços e interesses. É a partir da autoanálise, sincera e focada, que conseguimos contemplar e