O Acordo dos Inteiros
É impossível viver uma relação compulsória comigo - não há nada que eu abomine mais d o que estar em presenças constritas ou involuntárias. Ninguém me deve nada, assim como eu não devo nada a ninguém. Ninguém deve se sentir obrigado a nada para comigo, assim como eu não me sinto e não me permito ser constrangido por nada e nem ninguém. Todas as minhas relações prezam pela liberdade das partes de quererem, efetivamente, estarem onde estão e agirem por si. Eu preciso me relacionar com sujeitos inteiros, e não com casualidades & automatismos. Meus compromissos não são casuais, eu não me sento num bar para jogar conversa fora porque encontrei um antigo conhecido por acaso na rua. E também não incluo um estranho na minha conversa para fazê-lo se sentir mais à vontade num ambiente em que ele se encontra avulso. Eu não sacrifico o meu conforto pelos demais. Minha intimidade é cara, e tem mais valor pra mim do que para qualquer outra pessoa. É por isso que eu só me relaciono com quem faz q...